Opa

manto amplo e comprido que chegava a arrastar pelo chão, provido de aberturas laterais das quais pendiam os braços. Nos trajes femininos, eram as opas golpeadas, o que permitia ver o vestuário que elas cobriam. Aida Dias especifica que era um manto de fazenda, de seda ou de brocado, adornado algumas vezes por peles no forro || veste justa ao corpo, sem mangas usada pelos membros das confrarias religiosas sobre o vestuário civil; é de cor preta e com um galão a orlar as mangas || a opa real é uma veste rica usada pelos reis no dia e momento da sua sagração ou durante cerimónias públicas.

Fontes: Dias, 2003, vol. VI, p. 491; Bluteau, 1712-1728, vol. VI, pp. 81-82; Palla, 1992, pp. 48-49; Thesaurus, 2004, p. 168. NP e LR