“Somos muito diferentes, fizemos coisas completamente diferentes e… e temos uma afinidade tão grande e um respeito enorme pelas diferenças, e eu acho que percebemos melhor isso no regresso”.
“Aquilo é tipo um casamento, tu és obrigada a superar uma data de coisas e a ceder, porque tu tens forçosamente de conviver com aquelas pessoas”.
Neila, natural de Angola, viveu em Macau, vive em Portugal
Entrevista concedida no âmbito do projeto de investigação: “Narrativas Identitárias e Memória Social: a (re)construção da lusofonia em contextos interculturais”, financiado pela FCT (PTDC/CCI-COM/105100/2008
Autoria da imagem: Vano (uso livre)
